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21 de abr. de 2013

Estrutura de diretórios do Linux




Principalmente para aqueles que começaram a usar Linux, existe uma certa dificuldade em se adaptar às pastas do Linux, e o novo usuário acaba ficando perdido e sem entender quase nada, então para que esse usuário não fique perdido, esse post será de grande ajuda.
Segue a lista de diretórios do Linux e suas descrições:


  1. /  - Diretório raiz: é nele que estão contidas todas as outras pastas/diretórios do linux;
  2. /bin  - ("binarys") Diretório onde estão os arquivos executáveis e binários essenciais para o funcionamento do sistema;
  3. /boot  - Diretório de arquivos necessários para inicializar o sistema, boot-loader, o grub, e principalmente está incluso o Kernel do Linux;
  4. /dev  - ("devices") Diretório onde estão arquivos relacionados à entrada/saída ("input/output") tais como modens, HDs, cd/dvd, terminais e floppy;
  5. /etc  - Diretório de arquivos/scripts de inicialização do sistema;
  6. /home  - Diretório padrão usado pelos usuários;
  7. /lib  - ("library") Diretório de arquivos de bibliotecas e módulos essenciais (inclusive alguns usados pelo Kernel) usadas por arquivos do /bin e também compartilhados com outros diretórios, 
  8. /mnt  - ("mount") Diretório vazio usado para pontos de montagens de dispositivos e partições;
  9. /proc  - ("processes") Diretório de processos (RAM) ativos e de informações do Kernel;
  10. /opt  - ("optional") Diretório onde estão localizados aplicativos e programas não oficiais/que não vem da distro do Linux;

11 de fev. de 2013

Termos Hacker

Aí vai uma lista que sem dúvida todos que querem estudar segurança da informação devem saber:
OBS.: Para uma pesquisa direta, aperte Ctrl+F para procurar especificamente

POST EM CONSTRUÇÃO

0day - Refere-se a uma falha pouco explorada ou que acabou de surgir;
Anonimato - Técnicas valiosas que visam camuflar protocolos e endereços, tornando-os praticamente indetectáveis.
ASCII -
BIN - Refere-se a um arquivo ou informação que está em binário (escritas em "zeros" e "uns",  feitas para que o processador entenda. 1 significa true, verdadeiro, sim, aceso/ligado, com impuso elétrico e 0 significa false, falso, não, apagado/desligado,  sem impulso elétrico;
CMD - "command", termo que geralmente se refere ao Prompt de Comando do Windows, mas que
também  pode se referir à códigos inseridos na rede usados para obter acesso ao mesmo.
CLI - Command Line Interpreters ou Command Line Interface, se refere aos terminais de um sistema operacional, Ex.: Prompt de Comando, Bash..;
Cracker - É o indivíduo inteligente na informática que usa seu conhecimento para o mal, esse termo também é usado para indivíduos computacinais que criam cracks e seriais para softwares. Para mais detalhes veja aqui.
Criptografia/encriptação - é a técnica que deixa dados e informações secretas, mudando-as a fim de manter sigilo. Nesses são usados algoritmos que fazem com que os caracteres/dados virem outros;

17 de jan. de 2013

Como fazer a placa wireless Broadcom BCM4322 funcionar no Ubuntu 12.10


Uma solução para resolver esse problema foi pelo terminal:
abra o terminal e digite:

# apt-get install bcmwl-kernel-source
# modprobe -r b43 ssb wl
# modprobe wl



Fonte

Como instalar o Chrome no Ubuntu 12.10


Para instalar o navegador Google Chrome no Ubuntu 12.10, basta entrar no terminal e digitar no prompt:

$ wget -q -O – https://dl-ssl.google.com/linux/linux_signing_key.pub | sudo apt-key add -

$ sudo sh -c ‘echo “deb http://dl.google.com/linux/chrome/deb/ stable main” >> /etc/apt/sources.list.d/google.list’

$ sudo apt-get update

$ sudo apt-get install google-chrome-sta



Fonte

27 de dez. de 2012

Como é usar Linux/Unix?

Vamos começar aí tutoriais mostrando as diferenças com relação ao Windows, colocarei materiais e cursos grátis, entre outros artigos...

Você pode acessar a DistroWatch ou no iBiblio para escolher uma distribuição Linux que lhe agrade, lá você encontrará a versão e informações sobre o escolhido Linux.

Leituras :

http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux - Wikipédia sobre Linux
http://pt.wikipedia.org/wiki/Linux_(n%C3%BAcleo) - Wikipédia sobre o núcleo Linux.

Acesse: Curso pela web de Linux da USP

Leia: Apostila oficial de introdução no Linux

Não pode deixar de ler!: Apostila Curo básico de Linux da UFLA






Material de segurança computacional e segurança de redes - Grátis!

Segue os links abaixo!:

ftp://ftp.registro.br/pub/gts/  - Este link é do "registro.br", site grátis nacional, de domínios ".br"

http://www.inf.ufsc.br/~bosco/ensino/ine5680/ - Este é do Professor Bosco da UFSC, e no diretório acima, você encontrará mais material.

http://www.cert.br/docs/palestras/ - Este é do CERT, órgão que cuida do status da segurança no Brasil.

http://www.cgi.br/publicacoes/index.htm - Este é do Comitê Gestor de Internet no Brasil, disponibilizando revistas, artigos, livros, etc.

http://www.cgi.br/gt/gtbv/gtbv.htm - Ainda no CGI, você encontra as bibliotecas onlines, no qual pode-se fazer pesquisas.

http://br.librosintinta.in/ - Biblioteca de procura de PDFs, aqui pode-se procurar material (tem demais!)

http://internetsegura.br/ - Para os mais leigos, aqui está uma página de recomendações de segurança na internet, ainda sim, um órgão brasileiro.

http://ipv6.br/curso/ - Curso de rede IPV6 grátis;
http://ipv6.br/download/

http://www.cetic.br/palestras/index.htm
http://www.cetic.br/publicacoes/index.htm



http://www.wdl.org/pt/search/gallery/ - Biblioteca digital mundial;

Livraria Aberta - Por enquanto, é uma mera cópia do Dominio Público.

Biblioteca Digital da unicamp - Ache aqui artigos computacionais;

http://www.dominiopublico.gov.br/ - Dominio Público: é possíver achar material computacional aqui.


23 de set. de 2012

Como desabilitar o acesso root do SSH

Por padrão, conseguimos fazer login como root pelo SSH, com motivos de segurança, se você quiser desabilitar aí vai:

  1. Faça o Login no seu servidor e ganhe acesso root, pelo comando sudo ou su -
  2. Edite as configurações do arquivo SSH que geralmente está em /etc/ssh/sshd_config
  3. ache a linha: PermitRootLogin yes, e coloque para PermitRootLogin no


Se você quiser apenas habilitar a versão 2 do protocolo:
  1. Ache a linha: Protocol 2,1 e mude para Protocol 2


Para as mudanças citadas acima, salve o arquivo e faça um Restart no SSH:
/etc/rc.d/init.d/sshd restart

Pronto, você já fez as alterações necessárias.

6 de jul. de 2012

Download Backtrack 5 R2

Download do Sistema Operacional Hacker: Backtrack.
Baseado em Linux Ubuntu, hoje e um dos SOs hackers mais usados.



                                 [DOWNLOAD] - Site oficial - 2GB +, Gnome ou KDE, 32 e 64 Bit



29 de jun. de 2012

Curso Hacker - Universidade Hacker

Curso do livro Universidade Hacker 4ed., Digerati.
O Download do Livro Universidade Hacker você encontra AQUI.

                                                                   CD1 - Parte1


CD1- Parte 2



13 de dez. de 2011

Originando Backdoor Isento de Detecção para BackTrack

Foi desenvolvido um script, através da equipe do Security Labs, com habilidades para ser executado no BackTrack, que como muitos sabem, tem bases no Ubuntu é uma das ferramentas de pentest mais eficientes e das mais utilizadas pelos atuantes da área em questão. As técnicas evasivas aplicadas por esse script, funcionam não somente em software antivírus, mas também em Firewalls e Sistemas de Detecção de Intrusão (IDS).

Ao compilar, criar o payload malicioso e aplicar o script para torná-lo isento de detecção, é fundamental que haja alguns pacotes instalados previamente. Para isso, basta executar o seguinte comando:


# apt-get install mingw32-runtime mingw-w64 mingw gcc-mingw32 mingw32-binutils

Depois que os pacotes estiverem instalados, é necessário copiar o script baixado para o diretório do Metasploit e executá-lo: /pentest/exploits/framework. Aos utilizadores, precisa que tenham bastante atenção porque esse script por padrão cria um payload de conexão reversa através do TCP. Entretanto, isso pode ser modificado editando o script e alterando algumas opções. A todos aqueles que já tem uma certa intimidade com funcionamento do MSFpayload, não haverá nenhuma dificuldade no procedimento.


Saiba Mais:

[1] Security Labs http://www.securitylabs.in/
[2] Hack Proofing Labs http://hackproofing.blogspot.com/201...etectavel.html


Fonte: http://under-linux.org

23 de out. de 2011

Escolha online a distribuição do linux mais apropriada para você!


Entre no site: http://www.zegeniestudios.net/ldc/ clique em TAKE THE TEST! e escolha a linguagem, após isso aparecerá uma série de perguntas e após responde-las eles lhe apresentarão a mais adequada para você.




Comandos Básicos do Linux

ls = Lista os arquivos, mesmo que dir do DOS
Atributos comuns:
-a = mostra arquivos ocultos
-l = mostra bytes, permissões, diretório, etc


Obs: no ls os nomes de arquivos nos sistemas *X (Unix, linux, etc) não precisam ter só 8 letras. Dai, se você quer listar os arquivos começados com u, por exemplo, peca ls u* e veja o resultado.
* substitui qualquer conjunto de caracteres
? substitui caracteres isolados
----------
rm = remove arquivos, no formato: rm (arquivo1) (arquivo2) (arquivo3) ...

Exemplo: rm look.doc / rm root.txt link.html win95.w95

----------
cp = copia arquivos, no formato: cp (arquivo1) (diretório)

Exemplo: cp manual.txt /home/manual

----------
cat = mostra o conteúdo do arquivo, mesmo que o 'type' no DOS
----------
more = exibe o conteúdo de um arquivo pagina a pagina, mesmo q no DOS
Exemplo: ls|more

----------
pwd = exibe o diretório atual (o que vc esta)
----------
rmdir = apaga diretório

Exemplo: rmdir /diretório se o diretório estiver cheio, use o rm com o atributo -r

----------
mkdir = cria diretório


Exemplo: mkdir /diretório


----------
clear = limpa a tela, mesmo que 'cls' no DOS
----------
who = mostra quem está na maquina no momento
----------
whoami = mostra quem você e - útil quando você esquece com q login entrou... ;)
----------
finger = mostra o usuário associado a certa chave
----------
df = mostra o espaço usado, livre e a capacidade das partições do HD
----------
free = exibe a memória livre, a usada, e o buffers da memória RAM
----------
exit e logout = sai da sessão atual
----------
tar (tape archive) = programa de geração de backup
tar -c gera backup
tar -x restaura backup
tar -v lista cada arquivo processado
tar -t lista o conteúdo de um backup
----------

Nota: Para descompactar arquivos "tagged"(.tar.gz, .tgz, etc)
tar zxpvf (nome_do_arquivo)
Se o arquivo for "gziped"(.gz):
gunzip -d (nome_do_arquivo)

----------
chmod - muda as permissões do arquivo/diretório
chown - muda as permissões do arquivo/diretório
----------
awk - Procura por um modelo a partir de um arquivo. Inclui uma linguagem de programação embutida.
----------
bdiff - Compara dois arquivos grandes.
----------
bfs - Procura um arquivo grande.
----------
cal - Exibe um calendário.
----------
cat - Encadeia e imprimi arquivos.
----------
cc - Compilador C.
----------
cd - Muda diretório.
----------
chgrp - Muda o titulo de um grupo de arquivos.
----------
cmp - Compara dois arquivos; mostra a localização (linha e byte) da primeira diferença entre eles.
----------
comm - Compara dois arquivos para determinar quais linhas sao comuns entre eles.
----------
cu - Chamar outro sistema UNIX.
----------
date - Retorna a data e a hora.
----------
diff - Exibe as diferenças entre dois arquivos ou diretórios.
----------
diff3 - Exibe as diferenças entre tres arquivos ou diretorios.
----------
du - Relatorio no uso do sistema de arquivos.
----------
echo - Exibe seus argumentos.
----------
ed - Editor de texto.
----------
ex - Editor de texto.
----------
expr - Avalia seus argumentos quando geralmente e uma formula matematica.
----------
f77 - Compilador FORTRAN.
----------
find - Localiza os arquivos c/ caracteristicas especificas.
----------
format - Inicializa um floppy disk.
----------
grep - Procura um modelo a partir de um arquivo. (veja awk)
----------
help - :/ (ajuda)
----------
kill - Termina um processo.
----------
ln - Usado para unir arquivos.
----------
lpr - Copia um arquivo para a linha de impressora.
----------
ls - Exibe informacoes sobre um ou mais arquivos.
----------
mail - Usado para receber ou enviar e-mail.
----------
nroff - Usado para formatar textos.
----------
ps - Exibe um status dos processos.
----------
sleep - Causa um processo para tornar-se inativo por uma duracao de tempo especifica.
----------
sort - Escolher e unir um ou mais arquivos.
----------
spell - Procurar erros de ortografia num arquivo.
----------
split - Dividir um arquivo.
----------
stty - Exibir ou escolher parametros do terminal.
----------
tail - Exibir o fim de um arquivo.
----------
tset - Escolher o tipo de terminal.
----------
umask - Permite que o usuario especifique uma nova criacao de camuflagem.
----------
uniq - Compara dois arquivos. Procura e exibe em linhas o que e incomparavel em um arquivo.
----------
uucp - Execucao UNIX-para-UNIX
----------
vi - Editor de tela cheia.
----------
wc - Exibe detalhes no tamanho do arquivo.
----------
who - Informacoes de quem esta on-line.
----------
write - Usado para mandar mensagens para outro usuário.

Autenticação com chaves Pública/Privada no SSH

Autenticação com chaves Publica/Privada no SSH

Para que não seja mais necessário colocar senha toda vez que você conecta a um servidor ou para viabilizar backups automaticos que utilizam conexão SSH. Você pode utilizar a autenticação por PublicKey com chaves privadas e publicas!

Geramos no host as chaves publica e privada:


$ ssh-keygen -t rsa

isso irá gerar as chaves id_rsa (privada) e id_rsa.pub (publica) ambas em ~/.ssh

Agora vamos copiar a chave publica para o servidor com um comando só:


$ ssh-copy-id -i ~/.ssh/id_rsa.pub login@servidor

Pronto! Agora vamos aplicar algumas permissões no servidor:


$ chmod 600 ~/.ssh/authorized_keys

$ chmod 700 /home/usuario/.ssh

$ chmod 700 /home/usuario

Agora, configure o arquivo /etc/ssh/sshd_conf para usar as chaves de autenticação. Certifique-se de que as linhas a seguir estão descomentadas:


RSAAuthentication yes
PubkeyAuthentication yes
AuthorizedKeysFile %h/.ssh/authorized_keys

Reinicie o servidor caso faça essas auterações.

Para verificar o que acontece durante a conexao:


ssh -v login@servidor (para ver as mensagens)

ssh -vvv login@servidor (para ver TODAS as mensagens)


Retirado de: http://ramonrdm.wordpress.com
Fontes:

http://blogdonerd.com.br/2010/09/estabelecendo-relacao-de-confianca-ssh-entre-servidores-linux/

http://www.hardware.com.br/tutoriais/dominando-ssh/pagina5.html

http://www.dicas-l.com.br/arquivo/logando_com_seguranca_num_servidor_ssh_sem_uso_de_senha.php

http://segurancalinux.com/artigo/Dicas-avancadas-de-seguranca-para-SSH

http://focalinux.cipsga.org.br/guia/avancado/ch-s-ssh.htm

http://www.zago.eti.br/ssh/ssh-sem-senha.txt

http://www.debian.org/doc/manuals/debian-reference/ch-tune.pt-br.html

https://www.cs.indiana.edu/Facilities/FAQ/Security/openssh.html

http://atitudereflexiva.wordpress.com/2011/02/13/ssh-com-chave-publica/

http://www.debian.org/doc/manuals/debian-reference/ch-tune.pt-br.html

fontes de configuração:

http://www.hugoazevedo.eti.br/html/sshd.html

http://www.hugoazevedo.eti.br/html/ssh.html

Monitirar Tráfego de rede pelo Terminal

Para ver em tempo real, ifTop e ipTraf:

# apt-get install iftop

# apt-get install iptraf

e ainda o ntop que serve mais para monitoramento:

# apt-get install ntop

coloque a senha de admin, depois disso pare o processo com Ctrl+C:

# ntop

Inicialize o processo:

# /etc/init.d/ntop start

depois

http://endereco_servidor:3000


retirado de: http://ramonrdm.wordpress.com/
Fontes:

http://pt.kioskea.net/faq/8352-linux-trafico-que-entra-sai-em-tempo-real

http://www.vivaolinux.com.br/dica/Usando-o-ntop-para-monitorar-a-rede

http://www.hardware.com.br/livros/servidores-linux/monitorando-com-ntop.html

http://www.vivaolinux.com.br/artigo/NTop-Configuracoes-gerais?pagina=1

Criando Senhas aleatórias e seguras no Linux

A utilização de senhas seguras é uma obrigação a todo profissional de TI. Suas senhas devem ter um bom comprimento e alternar entre letras, números e caracteres especiais, diminuindo drasticamente a possibilidade de descoberta das senhas por outras pessoas ou mecanismos automáticos. Para facilitar a nossa vida existem dois utilitários no linux que geram senhas aleatórias sem que precisemos queimar neurônios para criá-las sozinhos: mkpasswd e makepasswd

O comando mkpasswd já vem no linux e utiliza a função crypt para gerar senhas. Já o makepasswd é mais completo: utiliza o /dev/random para gerar as senhas, pode gerar várias senhas de uma só vez e criptografá-las com o algoritmo md5.

Gerando senhas com o mkpasswd:

Apenas digite no terminal o comando:


Código:


$ mkpasswd


saída:


Código:


senha: digite-a-senha-aqui
/o76/Dpgmv/5rX2


Instalando o makepasswd(eu recomendo esse)


Em distribuições Debian-like, digite o seguinte comando no terminal:


Código:



$ sudo apt-get install makepasswd



Gerando senhas com o makepasswd:

Digite no terminal:


Código:


$ makepasswd


Saída:


Código:


1mnU8L1LVF

Para alterar o comprimento da senha gerada, utilize a opção –char


Código:


$ makepasswd –char 12


saída:


Código:


9HaifQW4q923


para gerar várias senhas de uma só vez utilize –count



Código:



$ makepasswd –count 5

Saída:



Código:



LzSoH0
K2QXW5L
AisGn0vn
ETVj0W74
NpBp1TeA



Para gerar uma senha criptografada, utilize –crypt-md5 (Ele exibirá a senha em texto plano e criptografada)


Código:


$ makepasswd –crypt-md5

Saída:


Código:


YM2WYIry $1$mn8MFbyM$Suk986UgD/kOuNBJsBzoD/

Um pequeno script para alterar senhas de usuários com o makepasswd:


Código:



#!/bin/bash
#changepass
#Script para alterar a senha de um usuario
#escrito por Luiz Guanabara www.guanabara.eti.br
#if [ $UID != 0 ]
then
echo -e “\n\tVoce precisa ser root para executar este script!\n”
exit
fi

echo “Informe o nome do usuario”
read name
echo “Informe o comprimento da senha”
read lenght

pass=$(makepasswd –char $lenght)

echo “$name:$pass” | chpasswd

echo “A senha do usuario $name foi alterada para $pass “



———————

Pwgen: utilitário para criar senhas seguras no Linux

por Helbert Rocha no dia 13/ago/2010 em Aplicativos

Pwgen é um gerador de senhas projetado de modo que as senhas sejam facilmente memorizadas pelas pessoas. As senhas que podem ser lembradas pelas pessoas nunca foram tão seguras quanto aquelas geradas aleatoriamente. Em particular, as senhas geradas por este aplicativo sem a opção “-s” não devem ser usadas onde elas podem ser atacadas pela força bruta.

Instalação

Ubuntu

No Ubuntu, para instalar o Pwgen, basta executar o comando abaixo no terminal.

$ sudo apt-get install pwgen

Fedora

No Fedora, para instalar o Pwgen, basta executar o comando abaixo no terminal.

$ su -c 'yum install pwgen'

Uso

Para utilizar o Pwgen, temos algumas opções. Vide abaixo quais são elas.
o -0, para não incluir números nas senhas geradas.
o -A, para não incluir letras maiúsculas.
o -B, para excluir caracteres que possam causar confusões, como 1 e l, por exemplo.
o -y, para inserir ao menos um caractere especial (*$=!?% …).
o -n, para inserir ao menos um número na senha gerada.
o -s, para gerar uma senha aleatória e difícil de ser memorizada.

Exemplo

$ pwgen -0AByns 5 3
OYQS9 5z4O1 gRjR9

Portanto, vemos que foram geradas 3 senhas de 5 caracteres de acordo com as opções pedidas. Para mais informações sobre o Pwgen, clique aqui.

Fontes: retirado de http://ramonrdm.wordpress.com/

http://networkteam.forumbrasil.net/t30-linux-gerando-senhas-seguras-e-aleatorias

http://meupinguim.com/pwgen-utilitario-criar-senhas-seguras-linux/